Decisão judicial confirma que nem a instituição religiosa nem seu líder figuram como investigados pela Polícia Federal; advogado apresentou documentos formais que comprovam a legalidade das atividades.
Uma matéria publicada pelo portal Metrópoles, em março de 2025, gerou ampla repercussão ao sugerir que a Igreja Batista do Avivamento Mundial e o Bispo Bruno Leonardo estariam envolvidos em investigações da Polícia Federal relacionadas a crimes como tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. A publicação, baseada em relatórios de movimentações fiscais de terceiros, vinculou de maneira equivocada a instituição a uma organização criminosa, levando a interpretações distorcidas e prejudicando a imagem pública da Igreja.
A retificação do conteúdo divulgado foi determinada por decisão liminar do Tribunal de Justiça da Bahia, emitida em 28 de março. A ordem judicial obrigou a alteração imediata do título da matéria, a retirada da imagem do Bispo Bruno Leonardo e da Igreja, respaldados por notas fiscais apresentadas. O Judiciário reconheceu que a reportagem promovia uma associação indevida e infundada entre a entidade religiosa e as atividades criminosas.
De acordo com o advogado Gabriel Bomfim, representante legal da Igreja, não existe qualquer vínculo contratual ou institucional com a empresa Startway Multisserviços EIRELI, investigada pela Polícia Federal por possível envolvimento com crimes financeiros. O advogado esteve pessoalmente na Superintendência da PF, em Curitiba, nos dias 13 e 17 de março, para esclarecer os fatos junto ao delegado Eduardo Vezza.
“Nosso compromisso sempre foi com a transparência e com a missão evangelística. Todos os contratos foram formalizados legalmente, com documentação completa e prestação de contas adequada”, afirma Gabriel Bomfim.
Ele destaca ainda que a Igreja não é alvo de nenhuma diligência ou investigação por parte da Polícia Federal. O nome da instituição apareceu apenas em relatórios de movimentações fiscais da empresa investigada, como ocorre com diversos consumidores que realizaram compras de maneira legítima. Não há qualquer indício de envolvimento direto ou indireto com os crimes apurados.
Segundo a defesa, vídeos no YouTube também estão sendo distorcidos com falas do líder religioso, sendo utilizados para gerar interpretações sensacionalistas. A adulteração foi formalmente registrada no processo judicial.
A Igreja Batista do Avivamento Mundial enfatiza que não mantém qualquer tipo de ligação com facções criminosas ou condutas ilegais, bem como nunca teve nenhuma relação com a empresa Starway fora da relação de simples consumidora. Todas as medidas judiciais cabíveis estão sendo tomadas para garantir a responsabilização dos autores das informações falsas.
“Infelizmente, a disseminação de fake news tem sido usada como ferramenta para ataques políticos e religiosos. Nossa história é pública, acompanhada por milhões de fieis, e continuaremos a confiar na Justiça para a devida reparação”, declarou a instituição em nota oficial.
A Igreja orienta seus membros e o público em geral a buscarem informações apenas em canais oficiais e a estarem atentos à veracidade dos conteúdos compartilhados, especialmente em períodos de maior tensão política e social. As notas fiscais existem e foram mostradas junto a autoridade policial, mesmo assim a matéria constou que transações foram realizadas sem nota fiscal.
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